Bem-vindos!

Língua portuguesa é aqui mesmo! Nesse espaço, você se informa e tira suas dúvidas.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Tema 1: Adeus à infância

Essa temática trouxe aos alunos uma reflexão sobre as transformações do corpo na puberdade e as mudanças de comportamento e estado emocional na adolescência.




Seminário "Adolescência"



Equipe da introdução
Ressaltou o objetivo do trabalho com carater reflexivo, em forma de troca de informações e de pontos de vista sobre temas ligados ao universo dos adolescentes.

Estudo sobre bullying


Queridos alunos, espero que esse momento tenha sido siginificativo para todos.
Um abraço!

domingo, 6 de junho de 2010

Aos meus queridos alunos do 9 ano!


Notícia
A notícia é um formato de divulgação de um acontecimento por meios jornalísticos. É a matéria-prima do Jornalismo, normalmente reconhecida como algum dado ou evento socialmente relevante que merece publicação numa mídia. Fatos políticos, sociais, econômicos, culturais, naturais e outros podem ser notícia se afetarem indivíduos ou grupos significativos para um determinado veículo de imprensa. Geralmente, a notícia tem conotação negativa, justamente por ser excepcional, anormal ou de grande impacto social, como acidentes, tragédias, guerras e golpes de estado. Notícias têm valor jornalístico apenas quando acabaram de acontecer, ou quando não foram noticiadas previamente por nenhum veículo. A "arte" do Jornalismo é escolher os assuntos que mais interessam ao público e apresentá-los de modo atraente. Nem todo texto jornalístico é noticioso, mas toda notícia é potencialmente objeto de apuração jornalística.

Quatro fatores principais influenciam na qualidade da notícia:
1. Novidade: a notícia deve conter informações novas, e não repetir as já conhecidas
2. Proximidade: quanto mais próximo do leitor for o local do evento, mais interesse a notícia gera, porque implica mais diretamente na vida do leitor
3. Tamanho: tanto o que for muito grande quanto o que for muito pequeno atrai a atenção do público
4. Relevância: notícia deve ser importante, ou, pelo menos, significativa. Acontecimentos banais, corriqueiros, geralmente não interessam ao público
Notícias chegam aos veículos de imprensa por meio de repórteres, correspondentes, agências de notícias e assessorias de imprensa. Eventualmente, amigos e conhecidos de jornalistas fornecem denúncias, sugestões de pauta, dicas e pistas, às vezes no anonimato, pelo telefone ou por e-mail.
Nos EUA, é comum a figura do news-hawk (gavião-de-notícia), uma espécie de informante-apurador contratado pelo jornal, que anda em busca de assuntos que potencialmente possam gerar notícias.
Trabalho do jornalista
A atividade primária do Jornalismo é a observação e descrição de eventos, conhecida como reportagem
• "O quê" - o fato ocorrido
• "Quem" - o personagem envolvido
• "Onde" - o local do fato
• "Quando" - o momento do fato
• "Porquê" - a causa do fato
• "Como" - o modo como o fato ocorreu
A essência do Jornalismo, entretanto, é a seleção e organização das informações no produto final (jornal, revista, programa de TV etc.), chamada de edição.
O trabalho jornalístico consiste em captação e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da informação em qualquer uma de suas formas e variedades. O trabalho é normalmente dividido em quatro etapas distintas, cada qual com suas funções e particularidades: pauta, apuração, redação e edição.
• A pauta é a seleção dos assuntos que serão abordados. É a etapa de escolha sobre quais indícios ou sugestões devem ser considerados para a publicação final.
• A apuração é o processo de averiguar informação em estado bruto (dados, nomes, números etc.). A apuração é feita com documentos e pessoas que fornecem informações, chamadas de fontes. A interação de jornalistas com suas fontes envolve freqüentemente questões de confidencialidade.
• A redação é o tratamento das informações apuradas em forma de texto verbal. Pode resultar num texto para ser impresso (em jornais, revistas e sites) ou lido em voz alta (no rádio, na TV e no cinema).
• A edição é a finalização do material redigido em produto de comunicação, hierarquizando e coordenando o conteúdo de informações na forma final em que será apresentado. Muitas vezes, é a edição que confere sentido geral às informações coletadas nas etapas anteriores. No jornalismo impresso (jornais e revistas), a edição consiste em revisar e cortar textos de acordo com o espaço de impressão pré-definido. A diagramação é a disposição gráfica do conteúdo e faz parte da edição de impressos. No radiojornalismo, editar significa cortar e justapor trechos sonoros junto a textos de locução, o que no telejornalismo ganha o adicional da edição de imagens em movimento.
Estas três mídias citadas têm limites de espaço e tempo pré-definidos para o conteúdo, o que impõe restrições à edição. No chamado webjornalismo, ciberjornalismo ou "jornalismo online", estes limites teoricamente não existem.
A inexistência destes limites começa pela potencialidade da interação no jornalismo online, o que provoca um borramento entre as fronteiras que separam os papéis do emissor e do receptor, anunciando a figura do interagente. Esta prática tem se difundido como "jornalismo open source", ou o jornalismo de código aberto, onde informações são apuradas, redigidas e publicadas pela comunidade sem a obrigação de serem submetidas às rígidas rotinas de produção e às estruturas organizacionais das empresas de comunicação.
De acordo com a pesquisadora Catarina Moura, da Universidade da Beira Interior (Portugal), Jornalismo Open Source "implica, desde logo, permitir que várias pessoas (que não apenas os jornalistas) escrevam e, sem a castração da imparcialidade, dêem a sua opinião, impedindo assim a proliferação de um pensamento único, como o pode ser aquele difundido pela maioria dos jornais, cuja objetividade e imparcialidade são muitas vezes máscaras de um qualquer ponto de vista que serve interesses mais particulares que apenas o de informar com honestidade e isenção o público que os lê". (artigo disponível em http://www.bocc.ubi.pt)

Mídias e veículos de imprensa
Coletiva de imprensa sobre informações do Voo 447 com repórteres do mundo todo.
O Jornalismo é realizado em uma grande variedade de mídias: jornais, televisão, rádio e revistas, além do mais recente jornalismo online na Internet. Cada tipo de mídia define um determinado suporte, ou seja: papel, som, celulóide ou vídeo, por radiodifusão ou teledifusão eletrônicas.
Mídia Veículos
impresso jornais, revistas
digital portais, websites, revistas em CD-ROM, boletins por e-mail, vídeos para sites
televisão emissoras e redes de TV
rádio emissoras de rádio, webrádios
Funções jornalísticas
As funções que os jornalistas podem exercer na profissão variam de mídia para mídia, de canal para canal e de veículo para veículo. Às vezes a mesma função recebe nomes distintos em empresas diferentes. Basicamente, as três funções fundamentais são a reportagem (coleta de informações), a redação (organização destas em texto) e a edição (seleção e hierarquização das informações no produto final).
Função Impresso Rádio TV Digital
Edição Editor, Editor-Chefe, Subeditor Editor Editor Editor, Editor de Capa
Redação Redator, Articulista, Colunista, Crítico, Revisor
Redator Editor de Texto Webwriter (Editor de Página), Redator
Reportagem Repórter, Apurador, Pauteiro Repórter
Repórter, Videorrepórter, Produtor Repórter

Formatação Diagramador
Editor de Som Editor de Imagens Webdesigner

Arte Infografista, Ilustrador, Cartunista Sonoplasta Videografista
Técnica Gráfico Operador de áudio Iluminador Programador

Funções auxiliares:
• Colunista, Articulista e Comentarista
• Editorialista
• Ombudsman
• Secretário de Redação
Funções extra-redação:
• Assessor de imprensa
• Correspondente estrangeiro

O texto jornalístico

Durante décadas, a máquina de escrever foi símbolo do jornalismo
O produto da atividade jornalística é geralmente materializado em textos, que recebem diferentes nomenclaturas de acordo com sua natureza e objetivos. Uma matéria é o nome genérico de textos informativos resultantes de apuração, incluindo notícias, reportagens e entrevistas. Um artigo é um texto dissertativo ou opinativo, não necessariamente sobre notícias, e nem necessariamente escrito por um jornalista.
Redatores geralmente seguem uma técnica para hierarquizar as informações, apresentando-as no texto em ordem decrescente de importância. Esta técnica tem o nome de pirâmide invertida, pois a "base" (lado mais largo, mais importante) fica para cima (início do texto) e o "vértice" (lado mais fino, menos relevante) fica para baixo (fim do texto). O primeiro parágrafo, que deve conter as principais informações da matéria, chama-se "lead" (do inglês, principal). O texto é geralmente subdividido em "capítulos" agrupados por tema, chamados retrancas e sub-retrancas, ou matérias coordenadas.
O conjunto de técnicas e procedimentos específicos para a atividade de redação jornalística é chamado de técnica de redação.
As matérias apresentam, quase sempre, relatos de pessoas envolvidas no fato, que servem para tanto validar (por terceiros) as afirmativas do jornal (técnica chamada de documentação) quanto para provocar no leitor a identificação com um personagem (empatia). No jargão jornalístico, os depoimentos destes personagens chamam-se aspas.
Apesar de as matérias serem geralmente escritas em estilo sucinto e objetivo, devem ser revisadas antes de serem publicadas. O profissional que exerce a função de revisão, hoje figura rara nas redações, é chamado de revisor ou copy-desk.
Tipos de texto jornalístico
notícia - de caráter objetivo, composto pelo Lead e o corpo da notícia:
o No Lead tenta-se responder a seis perguntas: quem, o quê, onde, quando, porque,como, a ausência destas pode dever-se a dados não apurados;
o No corpo da notícia desenvolve-se gradualmente a informação em cada parágrafo, por isso a informação é cada vez mais elaborada, detalhada.

A REPORTAGEM


A reportagem é um gênero jornalístico baseado no testemunho direto dos fatos e situações explicadas em palavras e, numa perspectiva atual, em histórias vividas por pessoas, relacionadas com o seu contexto. A reportagem televisiva, testemunho de ações espontâneas, relata histórias em palavras, imagens e sons.

O repórter pode valer-se também de fontes secundárias (documentos, livros, almanaques, relatórios, recenseamentos, etc.) ou servir-se de material enviado por órgãos especializados em transformar fatos em notícias (como as agências de notícias e as assessorias de imprensa).

Repórteres setoristas

Em diversas editorias do jornalismo diário (assim como em rádio, TV e internet), é comum a figura do repórter setorista, ou seja, especializado em cobrir um determinado assunto ou instituição.
Na editoria de Geral, por exemplo, existem os setoristas de polícia, saúde, transportes, serviços públicos, do Instituto Médico Legal, etc.. Em Política, há os setoristas do palácio do governo, do parlamento, de cada ministério ou secretaria, entre outros. Já na Economia, trabalham setoristas de mercado financeiro, do Banco Central, de petróleo, de construção civil, e similares.
Na reportagem é concedido ao autor a possibilidade do mesmo expressar sua opinião, diferente do texto editorial. Uma reportagem é uma notícia mais aprofundada, que pode conter opiniões de terceiros.

Numeral

Numeral

Classe que expressa quantidade exata, ordem de sucessão, organização...

Os numerais podem ser:

* Cardinais- indicam uma quantidade exata.
Ex.: quatro, mil, quinhentos
* Ordinais- indicam uma posição exata.
Ex.: segundo, décimo
* Multiplicativos- indicam um aumento exatamente proporcional. Ex.: dobro, quíntuplo
* Fracionários- indicam uma diminuição exatamente proporcional. Ex.: um quarto, um décimo


Numeral (cinco, segundo, um quarto) é diferente de número (5, 2º ,1/4). Evite usar números em seu texto. Eles deverão ser usados para dados, estatísticas, datas, telefones...
Leitura dos numerais

1-Numeral antes do substantivo
A leitura será ordinal: X volume- décimo volume; XX página- vigésima página

2-Numeral depois do substantivo

* A leitura será ordinal de 1 a 10: volume X- volume décimo; página XX- página vigésima
* A leitura será cardinal de 11 em diante: pauta XII- pauta doze; século XX- século vinte

Denotação e Conotação

O que é "Denotação" e "Conotação"?


Denotação é o emprego de palavra(s) no seu sentido próprio, comum, habitual, preciso, aquele que consta nos dicionários.

Conotação é o emprego de uma palavra tomada em um sentido figurado, que depende do contexto.

* Meu relógio de ouro foi roubado.
* Pedro nadava em ouro.

No primeiro exemplo, a palavra ouro denota ou designa simplesmente o conhecido metal precioso, dúctil, brilhante, de cor amarela: tem sentido próprio, real, denotativo.

No segundo exemplo, a palavra ouro sugere ou evoca riquezas, opulência, poder, glória, luxo, ostentação, conforto, prazeres: tem sentido conotativo, possui várias conotações (idéias associadas, sentimentos, evocações que irradiam da palavra).

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Queridos alunos do 8 ano!


Por meio da leitura deste livro vocês irão refletir sobre vários aspectos que antes lhes deixavam inseguros como: namorar ou ficar, a escolha da profissão, o problema das drogas e a violência, entre outros, são temas de grande interesse para os adolescentes e as pessoas com quem se relacionam. "Adolescência" aborda esses assuntos com clareza e profundidade, valendo-se de uma linguagem simples e acessível. Além disso, dá a esses jovens dicas e sugestões para enfrentar o difícil caminho em busca da maturidade. Boa leitura e até o dia das apresentações.

Queridos alunos do 7 ano!


Este é o nosso livro para o 2 bimestre.
Layla é uma adolescente que se angustia porque se acha diferente dos colegas do colégio. Ela se julga um erro da natureza porque seus pais são muito bonitos.
Olhando ao seu redor, porém, Layla percebe que outros jovens também sofrem com brincadeiras cruéis e apelidos pejorativos. Isso leva a garota a refletir sobre o assunto: afinal, o que é ser diferente da maioria? E por que esse fato gera tanta agressão? O nome disso em inglês é bullying ('bully', tiranizar, ameaçar, maltratar) e, infelizmente, acontece nas escolas do mundo inteiro, gerando às vezes conseqüências seriíssimas para suas vítimas.
Faça de conta que Layla é a diretora de um filme com personagens incríveis. Depois desta história instigante - pode crer! - você verá a si próprio e aos outros com olhos bem... diferentes! Boa leitura

Conteúdo da mensal II - 2 bimestre 2010

6 ano - Gramática
Acentuação gráfica I e II
Numeral
Pronomes pessoais e de tratamentos

7 ano - Gramática
Predicado verbal (tudo)
Predicado Nominal
Função sintática do pronome oblíquo

7 ano - Redação
Paradidático "Como é duro ser diferente"
Poema-imagem
Interpretação de texto

8 ano - Redação
Paradidático "Adolescência"
Interpretação de texto
Denotação e conotação

9 ano - Redação
Notícia
Reportagem
Parágrafo argumentativo
Interpretação de texto

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Conteúdo da mensal II - Redação 2009

Paradidático "Diário da rua"
Diário e blog

Conteúdo da Mensal II - Gramática 2009

Acentuação gráfica I - II (palavras oxítonas; paroxítonas; proparoxítonas)
Verbos I - II - III

sexta-feira, 18 de setembro de 2009


Oi turminha, este será o nosso livro do 3º bimestre.
Boa leitura!
Um texto bem-humorado, corajoso, que quebra as barreiras sociais entre as crianças que têm família e as que vivem ao relento, unindo-as nesse universo comum que é a infância.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

domingo, 21 de junho de 2009

Transitividade verbal

PREDICAÇÃO VERBAL

Verbos Transitivos: Exigem complemento(objetos) para que tenham sentido completo. Podem ser:

- Transitivos diretos
- Transitivos indiretos
- Transitivos diretos e indiretos

TRANSITIVOS DIRETOS


Não possuem sentido completo, logo precisam se um complemento(objeto). Esses complementos(sem preposição), são chamados de objetos diretos.

Ex.: Maria comprou um livro.

"Um livro" é o complemento exigido pelo verbo. Ele não está acompanhado de preposição. "Um livro" é o objeto direto. Note que se disséssemos: "Maria comprou." a frase estaria incompleta, pois quem compra, compra alguma coisa. O verbo comprar é transitivo direto.

TRANSITIVOS INDIRETOS


Também não possuem sentido completo, logo precisam de um complemento, só que desta vez este complemento é acompanhado de uma preposição. São chamados de objetos indiretos.

Ex. Gosto de filmes.

"De filmes" é o complemento exigido pelo verbo gostar, e ele está acompanhado por uma preposição (de). Este complemento é chamado de objeto indireto. O verbo gostar é transitivo indireto

TRANSITIVOS DIRETOS E INDIRETOS


Exigem 2 complementos. Um com preposição, e outro sem.

Ex. O garoto ofereceu um livro ao colega.

O verbo oferecer é transitivo direto e indireto. Quem oferece, oferece alguma coisa a alguém.

Ofereceu alguma coisa = Um brinquedo(sem preposição).
Ofereceu para alguém = ao colega(com preposição).
ao = combinação da preposição a com o artigo definido o.

sábado, 16 de maio de 2009

Verbos regulares e irregulares

VERBOS REGULARES

Os verbos regulares são aqueles que não sofrem alterações em seu radical.

1ª conjugação:

Canto

Cantas

Canta

Cantamos

2ª conjugação:

Vendo

Vendes

Vende

3ª conjugação:

Parto

Partes

Parte

VERBOS IRREGULARES

Os verbos irregulares são aqueles que sofrem alterações, em geral, em seu radical.

Tenho

Tens

Tem

Temos

Tendes

Têm

Observação: note que o verbo TER sofreu alterações em seu radical em praticamente todas as pessoas na conjugação do presente do indicativo.

A seguir veremos alguns exemplos de verbos irregulares em todos os modos.

VERBOS IRREGULARES – 1ª CONJUGAÇÃO – DAR.

MODO INDICATIVO
Presente Pretérito imperfeito Pretérito perfeito Pretérito mais-que-perfeito Futuro do presente Futuro do pretérito
Dou Dava Dei Dera Darei Daria
Dás Davas Deste Deras Darás Darias
Dava Deu Dera Dará Daria
Damos Dávamos Damos Déramos Daremos Daríamos
Dais Dáveis Destes Déreis Dareis Daríeis
Dão Davam Deram Deram Darão Dariam

MODO SUBJUNTIVO
Presente Pretérito imperfeito Futuro
Desse Der
Dês Desses Deres
Desse Der
Demos Déssemos Dermos
Deis Désseis Derdes
Dêem Dessem Derem

MODO IMPERATIVO
Afirmativo Negativo
Não dês
Não dê
Demos Não demos
Daí Não deis
Dêem Não dêem

FORMAS NOMINAIS

Infinitivo impessoal

DAR

Infinitivo pessoal

Dar

Dares

Dar

Darmos

Dardes

Darem

Gerúndio

Dando

Particípio

Dado

VERBOS IRREGULARES – 2ª CONJUGAÇÃO – HAVER

MODO INDICATIVO
Presente Pretérito imperfeito Pretérito perfeito Pretérito mais-que-perfeito Futuro do presente Futuro do pretérito
Hei Havia Houve Houvera Haverei Haveria
Hás Havias Houveste Houveras Haverás Haverias
Havia Houve Houvera Haverá Haveria
Havemos Havíamos Houvemos Houvéramos Haveremos Haveríamos
Havei Havíeis Houveste Houvéreis Havereis Haveríeis
Hão Haviam Houveram Houveram Haverão Haveriam

MODO SUBJUNTIVO
Presente Pretérito imperfeito Futuro
Haja Houvesse Houver
Hajas Houvesses Houveres
Haja Houvesse Houver
Hajamos Houvéssemos Houvermos
Hajais Houvésseis Houverdes
Hajam Houvessem Houverem

MODO IMPERATIVO
Afirmativo Negativo
Não hajas
Haja Não haja
Hajamos Não hajamos
Havei Não hajais
Hajam Não hajam

FORMAS NOMINAIS

Infinitivo impessoal

HAVER

Infinitivo pessoal

Haver

Haveres

Haver

Havermos

Haverdes

Haverem

Gerúndio

Havendo

Particípio

Havido

VERBOS IRREGULARES – 3ª CONJUGAÇÃO – FERIR.

MODO INDICATIVO
Presente Pretérito imperfeito Pretérito perfeito Pretérito mais-que-perfeito Futuro do presente Futuro do pretérito
Firo Feria Feri Ferira Ferirei Feriria
Feres Férias Feriste Feriras Ferirás Feririas
Fere Feria Feriu Ferira Ferirá Feriria
Ferimos Feríamos Ferimos Feríramos Feriremos Feriríamos
Feris Feries Feristes Feríreis Feríreis Feriríeis
Ferem Feriam Feriram Feriram Ferirão Feririam

MODO SUBJUNTIVO
Presente Pretérito imperfeito Futuro
Fira Ferisse Ferir
Firas Ferisses Ferires
Fira Ferisse Ferir
Firamos Feríssemos Ferirmos
Firais Ferísseis Ferirdes
Firam Ferissem Ferirem

MODO IMPERATIVO
Afirmativo Negativo
Fere Não firas
Fira Não fira
Firamos Não firamos
Feri Não firais
Firam Não firam

FORMAS NOMINAIS

Infinitivo impessoal

FERIR

Infinitivo pessoal

Ferir

Ferires

Ferir

Ferirmos

Ferirdes

Ferirem

Gerúndio

Ferindo

Particípio

Ferido

Observação: seguem a conjugação de FERIR os seguintes verbos:

Aderir, aferir, inserir, interferir, mentir, preferir, sugerir, vestir entre outros.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Aula sobre formação do Imperativo

VERBO – O MODO IMPERATIVO

O modo imperativo é aquele que exprime ideias de ordem, conselho, convite, pedido etc.

Existem dois tipos de imperativo: o afirmativo e o negativo.

IMPERATIVO AFIRMATIVO

Para formar o imperativo afirmativo, veja o exemplo:

Presente do indicativo

Imperativo afirmativo

Presente do subjuntivo

Eu ligo

***********

Que eu ligue

Tu ligas (-s)

liga (tu)

Que tu ligues

Ele liga

ligue (você)

Que ele ligue

Nós ligamos

liguemos (nós)

Que nós liguemos

Vós ligais (-s)

ligai (vós)

Que vós ligueis

Eles ligam

liguem (vocês)

Que eles liguem

IMPERATIVO NEGATIVO

As formas desse imperativo são exatamentes iguais às do presente do subjuntivo.

Presente do subjuntivo

Imperativo negativo

Que eu esqueça

***************

Que tu esqueças

Não esqueças (tu)

Que ele esqueça

Não esqueça (você)

Que nós esqueçamos

Não esqueçamos (nós)

Que vós esqueçais

Não esqueçais (vós)

Que eles esqueçam

Não esqueçam (vocês)


sexta-feira, 1 de maio de 2009

A banalização da Língua-mater

O ser humano é, indiscutivelmente, paradoxal. Levou milhões de anos em seu caminho evolutivo até se fixar Erectus; outros milhares para tornar-se Sapiens; cerca de cem mil anos para gravar desenhos e sinais em pedras no interior das cavernas, Sapiens Sapiens, que se tornara. Agora, apenas dez mil anos passados, desenvolvidas e partilhadas as línguas oral e verbal, mundo afora, decidiu desaprender a falar e não sabe mais escrever.
É um fenômeno mundial, globalizado, como o que nos chega embrulhado de perigosa virulência. Uma pergunta, no entanto, não cala: por que, especialmente no Brasil, esse retrocesso é tão forte?
Em terras tupiniquins, o silêncio consentido que se experimenta na comunicação contemporânea, na verdade, começou a enraizar-se já faz algum tempo. Numa análise crítica desprovida de paixão e preferências literárias, pode-se perceber seu nascimento no Movimento Cultural de 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, quando do advento da Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo: desafiadora, contestadora, destruidora, transcendental. A Pintura, a Escultura, a Música, a Arquitetura, tudo mudara seguindo os padrões das Vanguardas européias. Mas à palavra escrita concedeu-se uma contagiosa permissividade oral – defendida por ortodoxos lingüistas que as vêem como iguais – para solidificar o descompromisso com o saber erudito.
A crítica ao Modernismo é dirigida à destruição da palavra, jamais à concepção espacial da idéia, afinal não se pode negar a originalidade dos gracejos parodísticos de um Oswald de Andrade; ou o lirismo “modernoso” de um Manuel Bandeira; ou ainda a prosa denunciadora dos costumes de um Mário de Andrade, o grande articulador e primeiro descontente com os rumos do próprio Movimento por não concordar com a antropofagia cultural dos excessos oswaldianos.
Defendo a tese de que idéias não se consagram ensimesmadas, e sim através de debates e discussões em torno de suas premissas. Entendo, entretanto, que a ruptura dos padrões lingüísticos clássicos, acusados de pedantismo sintático e temática prosaica, forjaram a deselegância de um linguajar, hoje, esdrúxulo e “pocotoístico” que abalam os alicerces de uma língua neolatina rica e abrangente, em detrimento a todo esforço de sábios e mestres que buscam ministrar um aprendizado sem firulas idiomáticas, mas condizente com sua herança lingüística, mesclada de indianismos, africanismos e latinismos de rara e grandíssima beleza etimológica.
Alguns céticos dirão que a palavra verbalizada, instrumento do Registro Formal Culto, pode e deve-se adaptar às necessidades da massa, haja visto que o povo aprende e/ou repete o que lhe é ensinado, por conseguinte, culpam professores, taxando-os de mal instruídos e despreparados por não se aperfeiçoarem, conformados que estão com esse status quo. A esses críticos, respeitando-lhes as convicções e os dogmas, devo informar: muitos não têm chance num mercado exclusivista; outros precisam trabalhar em quatro, cinco, até seis estabelecimentos de ensino para que, aditados os parcos vencimentos, consigam sustentar suas vidas simples com um mínimo de dignidade. De fato resta-lhes nenhum tempo ou condição financeira que lhes permitam evoluir. Ainda assim, os que ousam criticar pouco fazem para minorar esses pseudo-defeitos de formação.
Não se pode fechar os olhos à omissão do Estado que não provê o cidadão carente dos recursos necessários a uma vida plena, quer seja quanto a trabalho, moradia, saúde ou educação, entretanto não deve originar-se daí um estado de autocomiseração ou um impedimento natural por conformação que o impeça de evoluir como ser social inserido no contexto sociolingüístico. É possível converter uma vida sem porquês, desde que a vontade, a determinação e a busca pela vitória passem a pautar seus horizontes, e, nesse ponto, encontramos a PALAVRA como o início da necessária revolução cultural.
Ela não precisa ser a mais bonita, porém, precisa, ser contextualizada. Não necessita de aprofundamento técnico, mas disposição para conhecê-la e utilizá-la em sua plenitude: começa-se a escrever bem, ao ler e falar bem, portanto, não precisamos de retórica, mas do uso que a torne dinâmica e perfeita. Ou então, “mermão...?”

* Nelson Maia Schocair, • Professor de Língua Portuguesa, Literatura e Redação, autor dos livros “Gramática do Português Instrumental” e A Arte da Redação – Teoria e Prática.

Poema

Língua Portuguesa
Olavo Bilac

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!